Adega Santiago da Sampaio Vidal ganha bem-vinda extensão ao ar livre, o Pateo da Adega

Alguns importantes bares e restaurantes paulistanos foram além dos protocolos de segurança exigidos pela pandemia e criaram um conforto extra para o público. Cercaram as mesas com divisórias transparentes e até cortinas para reforçar o distanciamento social.

Foi o caso, por exemplo, da Adega Santiago da Rua Sampaio Vidal, no Jardim Paulistano. O festejado endereço ibérico não parou por aí. No imóvel vizinho, ganhou uma bem-vinda e charmosa extensão, o Pateo da Adega.

Com entrada independente e 40 lugares, o espaço já se tornou um dos mais disputados da casa por ser totalmente ao ar livre. Acomoda casais e pequenas turmas em mesas de madeira, quatro delas no estilo piquenique.

O menu é idêntico ao da casa-mãe. Para abrir o apetite, aposte no certeiro e cremoso croquete de pato (47 reais; 6 unidades), também oferecido em meia porção.

Entre as receitas que continuam a seduzir estão o apetitoso arroz de lula (91 reais), as gambas ao ajillo (camarão ao azeite e alho; 96 reais) e o polvo à tasquinha (100 reais), com batatas ao murro, cebola refogada e bastante azeite português — dica: a sugestão que vai bem com arroz de brócolis (22 reais).

Na última visita realizada, em janeiro, fizeram bonito o bife ancho com arroz à brás (89 reais; foto) e o atum selado em saborosa crosta de dill (86 reais; foto), guarnecido de purê de batata-doce e molho de coentro.

Para molhar o bico, vá no drinque espinheira (37 reais; foto), que harmoniza gim inglês, notas picantes de xarope de gengibre, a acidez do suco de limão-siciliano fresco e um toque do licor francês de framboesa Chambord, produzido no Vale do Loire. O coquetel é finalizado com uma rodela de limão-siciliano desidratada e gengibre cristalizado.

Pateo da Adega (@adegasantiago)
Rua Sampaio Vidal, 1072, Jardim Paulistano, tel.: (11) 3081-5211.
Segunda a quinta, 12h/15h e 18h/22h;
Sexta e sábado, 12h/22h.
(Bebida alcoólica somente até as 20h).



HIGHLIGHTS
Pateo da Adega

Faixa de Preço: $$$
Tipo de Cozinha: Ibérica

Jornalista paulistano, foi crítico de bares da revista "Veja São Paulo" durante dez anos — período em que escreveu e foi jurado das edições anuais "Comer e Beber". Antes, trabalhou como colunista do jornal "O Estado de S. Paulo" (de 1994 a 2001) e colaborou para os extintos "Jornal da Tarde" e "Época São Paulo". Nos últimos dez anos, visitou dezoito países, sempre em busca de bons lugares para comer, beber, badalar e exercitar a boemia.

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