Z Deli lança na unidade Jardins nova marca focada em cachorros-quentes, o Z Deli Dogs

Muita gente que chega ao Z Deli Sandwiches dos Jardins atrás dos hambúrgueres, das pastrami fries ou dos sanduíches de salmão defumado depara-se com uma surpresa: a matriz da lanchonete transformou-se (temporariamente) numa casa de hot-dogs.

Para reavivar o pequenino imóvel da Rua Haddock Lobo que ficou fechado durante meses nesta quarentena, o chef-proprietário Julio Raw decidiu montar ali o Z Deli Dogs.

O cardápio reúne cinco tentadores cachorros-quentes preparados com pão e salsichas de fabricação própria, que podem ser retirados lá mesmo ou pedidos em casa por delivery (o salão permanecia fechado para clientes até a publicação deste post).

O preço é outro atrativo: os hot-dogs custam a partir de 15 reais, como o de inspiração alemã, que leva saboroso chucrute (conserva de repolho fermentado) e mostarda. Pode-se pedir também o cheese dog, por 16 reais.

Há boas sugestões também para quem prefere os mais incrementados. É o caso, por exemplo, do ótimo lamb dog (23 reais), com salsicha de cordeiro, coalhada, tomate e vinagrete de cebola-roxa com coentro.

A casa prepara ainda uma versão do hot-dog à moda de Chicago (23 reais), que inclui tomate, relish, picles, cebola, pimenta jalapeño, sal de salsão e mostarda amarela (só faltou o pão com semente de papoula). Curiosidade: os Chicagoans consideram uma heresia colocar catchup neste tipo de cachorro-quente.

Para beber, há duas boas cervejas india pale ale (IPA) em lata, da nova-iorquina Brooklyn (17,90 reais) e da nacional Maniacs (16 reais).

Z Deli Dogs
Rua Haddock Lobo, 1386, Jardins.
Segunda a domingo, 11h30 à meia-noite.
Pedidos pelo aplicativo iFood.

Jornalista paulistano, foi crítico de bares da revista "Veja São Paulo" durante dez anos — período em que escreveu e foi jurado das edições anuais "Comer e Beber". Antes, trabalhou como colunista do jornal "O Estado de S. Paulo" (de 1994 a 2001) e colaborou para os extintos "Jornal da Tarde" e "Época São Paulo". Nos últimos dez anos, visitou dezoito países, sempre em busca de bons lugares para comer, beber, badalar e exercitar a boemia.

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