Com matriz em Santana, Salt ZN leva para Vila Olímpia uma das melhores pizzas de São Paulo

Até então conhecida somente na Zona Norte, a pizzaria Salt ZN ganhou fama no ano passado por ter entre seus sócios Felipe Prior (foto), arquiteto paulistano que botou fogo no Big Brother Brasil 20 e foi eliminado num paredão histórico, com recorde de 1,5 bilhão de votos.

Inaugurada em 2019 numa vistosa esquina em Santana, a casa deveria merecer atenção do público não pelo dono famoso e sim pelas pizzas — que surpreendem pela qualidade e concorrem com as melhores da cidade.

Para não ficar restrita à Zona Norte, a Salt ZN estreou durante a quarentena um espaço de delivery na Rua Nova Cidade, na Vila Olímpia.

As pizzas seguem à risca a tradição napolitana, com tamanho individual, cobertura única, bordas altas e ótima massa de fermentação natural. Destacam-se também pelos ingredientes de primeira usados nas 20 sugestões disponíveis.

Uma das melhores é a carciofi (42 reais; foto), com alcachofra, queijo tipo caccio cavalo, tomate-cereja, parmesão e manjericão.

No teste, também fizeram bonito a margherita preparada com mussarela de búfala cremosa (39 reais; foto) e a diávola (45 reais), que leva dois queijos (tipo caccio cavalo e parmesão) mais salame picante, tomate-cereja e um toque de mel.

Outras boas sugestões são a carbonara (42 reais), com ovo, bacon e parmesão, e a de três queijos (42 reais; foto), com caccio cavalo, gorgonzola e também parmesão.

As entregas são pelo iFood e Rappi.

Salt ZN (@salt.zn)
# Rua Augusto Tolle, 135, Santana.
(salão e delivery)
Telefone: (11) 2959-2070.
Terça a domingo, a partir das 18h.

# Rua Nova Cidade, 305, Vila Olímpia.
(somente delivery)

Segunda a domingo, a partir das 18h.

Fotos: @salt.zn/Divulgação.


Faixa de Preço: $
Tipo de Cozinha:

Jornalista paulistano, foi crítico de bares da revista "Veja São Paulo" durante dez anos — período em que escreveu e foi jurado das edições anuais "Comer e Beber". Antes, trabalhou como colunista do jornal "O Estado de S. Paulo" (de 1994 a 2001) e colaborou para os extintos "Jornal da Tarde" e "Época São Paulo". Nos últimos dez anos, visitou dezoito países, sempre em busca de bons lugares para comer, beber, badalar e exercitar a boemia.

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