Moah, na Aclimação, merece lugar entre os melhores restaurantes coreanos de SP

Quem gosta de estar sempre atualizado sobre os melhores restaurantes coreanos de São Paulo precisa incluir mais um nome na seleção — o Moah, na Aclimação. Na simpática Praça General Polidoro, a casa funciona no imóvel de esquina onde era o Bicol (que se mudou para algumas quadras dali). Aliás, o Moah é tocado pela família Lee, que foi uma das fundadoras do Bicol.

Inaugurado em 2019, o Moah recebe os clientes num salão amplo e todo reformado, com algumas mesas equipadas com a grelha redonda a gás embutida que é usada para preparar o típico churrasco coreano.

Todo ilustrado com fotos, o que ajuda na hora de pedir, o cardápio reúne boas entradinhas para compartilhar. Entre elas está o japché (69 reais), delicioso macarrão transparente de batata-doce refogado com cebola e pimentão ao shoyu e óleo de gergelim.

Outras pedidas certeiras e generosas são o topokki (55 reais; foto), massa de arroz moti ao molho apimentado, e o frango crocante de seul (69 reais; foto), que traz pedaços de sobrecoxa empanados envoltos num instigante molho picante caramelizado.

Além dos fartos churrascos, protagonistas entre os pratos principais (costela bovina cozida na panela de pressão, 139 reais), o Moah também oferece pratos individuais — um diferencial entre relação a seus pares na cidade.

Há sopas como a de kimchi e tofu com carne suína (55 reais) e um apetitoso bulgogui bibimbap (59 reais; foto), um saboroso mexidão de arroz, vegetais, macarrão de batata-doce, carne marinada e ovo frito servido no bowl de pedra quente.

As sugestões acompanham arroz ao estilo coreano (bem grudadinho) ou banchans, entradinhas que variam conforme o dia.

Fique atento aos horários: a casa fecha cedo no jantar. O ideal é chegar no máximo até as 20h.

Moah Restaurante (@moahrestaurante)
Praça General Polidoro, 111, Aclimação, tel.: (11) 9-5884-7086.
Terça a domingo, 12h/14h e 18h/21h;
Fecha às segundas-feiras.



HIGHLIGHTS
Moah Restaurante

Faixa de Preço: $$
Tipo de Cozinha: Coreana

Jornalista paulistano, foi crítico de bares da revista "Veja São Paulo" durante dez anos — período em que escreveu e foi jurado das edições anuais "Comer e Beber". Antes, trabalhou como colunista do jornal "O Estado de S. Paulo" (de 1994 a 2001) e colaborou para os extintos "Jornal da Tarde" e "Época São Paulo". Nos últimos dez anos, visitou dezoito países, sempre em busca de bons lugares para comer, beber, badalar e exercitar a boemia.

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